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Archive for the ‘Poemas’ Category

Hoje foi um dia especial………falei e estive com pessoas prá lá de especiais, pessoas que fizeram e fazem diferença na minha vida.

Como é bom estar com este tipo de pessoa, onde o sorriso é espontâneo, a conversa flui, a sintonia existe.

Pessoas que dão um toque especial, que estão próximas, precisamos apenas propiciar um encontro….

Quantas vezes passamos um dia inteiro, sem nos dar o prazer de desfrutar de uma boa companhia????

Compartilho com voces um poema que acho maravilhoso !!!

beijos

BORBOLETAS
“Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Mário Quintana

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Queda Prohibido

Olá pessoal, estamos em 2009 !!!! Nada melhor que uma  poesia para começarmos bem o ano…….. 

Encontrei este poema na página do Orkut de um amigo, fiz algumas pesquisas na internet, pois o texto aparece como autoria de Pablo Neruda. Na internet existem várias contradições, e a maioria dos registros atribuem o poema a Alfredo Cuervo Barrero ( não tenho dados suficientes deste autor, para fazer qualquer tipo de afirmação ou comentário), porém, este poema também não consta na lista de obras de Neruda ( do qual sou fã ). Se alguém tiver algum dado confiável sobre Alfredo ou sobre o poema, gostaria que me enviasse.

De qualquer forma, vale a pena desfrutar.

Um grande beijo !!!!!!!!

 

Queda Prohibido

¿Qué es lo verdaderamente importante?,
busco en mi interior la respuesta,
y me es tan difícil de encontrar.

Falsas ideas invaden mi mente,
acostumbrada a enmascarar lo que no entiende,
aturdida en un mundo de irreales ilusiones,
donde la vanidad, el miedo, la riqueza,
la violencia, el odio, la indiferencia,
se convierten en adorados héroes,
¡no me extraña que exista tanta confusión,
tanta lejanía de todo, tanta desilusión!.

Me preguntas cómo se puede ser feliz,
cómo entre tanta mentira puede uno convivir,
cada cual es quien se tiene que responder,
aunque para mí, aquí, ahora y para siempre:

Queda prohibido llorar sin aprender,
levantarme un día sin saber qué hacer,
tener miedo a mis recuerdos,
sentirme sólo alguna vez.

Queda prohibido no sonreír a los problemas,
no luchar por lo que quiero,
abandonarlo todo por tener miedo,
no convertir en realidad mis sueños.

Queda prohibido no demostrarte mi amor,
hacer que pagues mis dudas y mi mal humor,
inventarme cosas que nunca ocurrieron,
recordarte sólo cuando no te tengo.

Queda prohibido dejar a mis amigos,
no intentar comprender lo que vivimos,
llamarles sólo cuando los necesito,
no ver que también nosotros somos distintos.

Queda prohibido no ser yo ante la gente,
fingir ante las personas que no me importan,
hacerme el gracioso con tal de que me recuerden,
olvidar a todos aquellos que me quieren.

Queda prohibido no hacer las cosas por mí mismo,
no creer en mi dios y hallar mi destino,
tener miedo a la vida y a sus castigos,
no vivir cada día como si fuera un último suspiro.

Queda prohibido echarte de menos sin alegrarme,
odiar los momentos que me hicieron quererte,
todo porque nuestros caminos han dejado de abrazarse,
olvidar nuestro pasado y pagarlo con nuestro presente.

Queda prohibido no intentar comprender a las personas,
pensar que sus vidas valen más que la mía,
no saber que cada uno tiene su camino y su dicha,
sentir que con su falta el mundo se termina.

Queda prohibido no crear mi historia,
dejar de dar las gracias a mi familia por mi vida,
no tener un momento para la gente que me necesita,
no comprender que lo que la vida nos da, también nos lo quita.

1º) El poema Queda Prohibido está inscrito en el registro de Propiedad Intelectual de Vizcaya a nombre de Alfredo Cuervo Barrero. Número de inscripción BI -13- 03.
2º) La fundación Pablo Neruda de Chile ha negado que este poema pertenezca al poeta, puede corroborarlo enviándoles un E-Mail en su página Web.

3º) Queda Prohibido fue publicado por primera vez en Internet el 23 de Julio de 2001 en la página deusto.com, un poco extraño que siendo un poema “ tan hermoso de Pablo Neruda”, como se ha comentado en ciertas páginas, no halla ni una sola Web con el poema publicado antes de dicha fecha.

 

 

 

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“Se é pra esquentar, esquente o pé.
Se é pra roubar, roube a cena.
Se é pra perder, que seja o medo, a barriga, a hora.
Se é pra cair, caia na risada.
Se é pra brigar, que seja com o sono.
Se é pra desafiar, desafie o improvável; perdoe uma traição.
Se é pra aceitar, aceite o imutável, o inexorável.
Se é pra insultar, insulte a balança.
Se é pra espantar, espante-se: cortesia não fere valentia.
Se é pra lavar, lave a mão, a louça, lave a alma.
Se é pra chorar, chore o leite derramado, chore de rir, chore de chorar mesmo.
Se é pra contar, conte logo, conte um conto.
Se é pra esconder, esconda a idade.
Se é pra mudar, mude de assunto, mude de casa, pra uma rua com mais árvores.
Se é pra jogar, jogue o lixo no lixo, jogue as mágoas. Jogue limpo.
Se é pra procurar, procure onde acha.
Se é pra crer, creia que sim.
Se é pra dar, dê a largada, uma festa.
Se é pra rir de alguém, ria de você mesmo.
Se é pra rir pra alguém, ria pra todo mundo.
Se é pra pagar, pague o pato, com molho de acerola.
Se é pra provar, prove que é bom. Prove suco de abóbora, prove pra ti. Prove tudo que pode.
Se é pra mentir, minta o tamanho do peixe.
Se é pra separar, separe as sílabas, separe a roupa pra viagem.
Se é pra juntar, junte os amigos.
Se é pra bater, bata uma bola, um bolo. Bata papo…bata antes de entrar.
Se é pra tentar, tente outra vez.
Se é pra sentir, sinta. Sinta o vento, sinta o sol, sinta a luz. Sinta o cheiro do dia.
Se é pra sentir muito, sinta carinho, sinta saudade. Sinta o jeito do tempo.
Se é pra amar, ame pessoas, bichos, plantas e bolinhos de chuva.
Se é pra amar mais, ame você.
Se é pra ver, vê se pode, veja navios.
Se é pra olhar, olhe pra frente, olhe os lírios do campo.
Se é pra fazer, faça o favor, faça arte, faça farra, faça sucesso. Faça valer a pena.
Se é pra ouvir, ouça o silêncio.
Se é pra escutar, escuta aqui, escute a concha, escute certo.
Se é pra é dizer, diga lá, diga sim, diga não.
Se é pra falar, fale o que sabe.
Se é pra marcar, marque hora, marque com um x, marque um encontro.
Se é pra fechar, feche os olhos, a boca. Nunca a cara.
Se é pra abrir, abra todas as portas, abra a janela, um sorriso, abra o peito. Abracadabra.
Se é pra enganar, engane o estômago.
Se é pra fingir, finja que faz ginástica.
Se é pra inventar, invente moda.
Se é pra quebrar, quebra o galho, quebre o gelo.
Se é pra tirar, tire fotos, tire isso da cabeça.
Se é pra por, ponha lenha, ponha fogo. Ponha a consciência em suas mãos.
Se é pra gritar, grite a dor, grite gol.
Se é pra pedir, peça desculpas, nunca licença.
Se é pra matar, mate a sede.
Se é pra querer, queira muito, queira o Bem.
Se é pra sonhar, sonhe com os anjos, sonhe sempre.
Se é pra ter, tenha idéias, tenha charme, tenha a santa paciência.
Se é pra ter mais, tenha calma, tenha fé, tenha mais o que fazer.
Se é pra vender, venda saúde.
Se é pra comprar, compre uma prancha, uma escada, nunca uma briga.
Se é pra começar, comece um namoro, comece de novo.
Se é pra terminar, termine a lição de casa.
Se é pra acabar, acabe logo com isso.
Se é pra fugir, fuja da vaia, fuja pra praia, pra Ushuaia.
Se é pra sair, saia à francesa, saia na chuva, saia da lata.
Se é pra ganhar, ganhe o jogo, uma partida, ganhe um ponto.
Se é bom, guarde na memória.
Sé é ruim, ponha na página virada.
Se tem que ser, seja esperto, seja educado, seja honesto, seja bobo, seja justo, coração mole, duro na queda, seja lindo, seja feio, seja livre, seja lá o que for.
Se é pra viver, brincar, nascer de novo,  subir montanhas, fazer trilha, ver o mar, beijar, ouvir Bethoven, comer pipoca, tomar banho de cachoeira, só se for agora.
Se é pra correr, corra pro abraço. Abrace a vida. “

– Viva a vida intensamente……..não deixe o AGORA para depois……viva o hoje, o momento, o segundo………seja Feliz !!!!!!! beijos

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A morte do escritor carioca Machado de Assis completa 100 anos nesta nesta segunda-feira. Romancista, contista, poeta e teatrólogo brasileiro, ele foi considerado um dos mais importantes nomes da literatura do Brasil.

CAPÍTULO PRIMEIRO /ÓBITO DO AUTOR  

ALGUM TEMPO hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.

Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferi. à beira de minha cova: “Vós, que o conhecestes, meus senhores vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.”

Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, ; minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, um lírio do vale,–e. . . Tenham paciência! daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era cousa altamente dramática… Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.

“Morto! morto!” dizia consigo.

E a imaginação dela, como as cegonhas que um ilustre viajante viu desferirem o vôo desde o Ilisso às ribas africanas, sem embargo das ruínas e dos tempos, — a imaginação dessa senhora também voou por sobre os destroços presentes até às ribas de uma África juvenil… Deixá-la ir; lá iremos mais tarde; lá iremos quando e me restituir aos primeiros anos. Agora, quero morrer tranqüilamente metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estrídulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer. De certo ponto em diante chegou a ser deliciosa. A vida estrebuchava-me no peito, com uns ímpetos de vaga marinha, esvaía-se-me a consciência, eu descia à imobilidade física e moral, e o corpo fazia-se-me planta, e pedra e lodo, e cousa nenhuma.

Morri de uma pneumonia; mas se lhe disser que foi menos a pneumonia, do que uma idéia grandiosa e útil, a causa da minha morte, é possível que o leitor me não creia, e todavia é verdade. Vou expor-lhe sumariamente o caso. Julgue-o por si mesmo.

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Amizade

Machado de Assis

Abençoados os que possuem amigos,
 os que os têm sem pedir.
 Porque amigo não se pede,
 não se compra, nem se vende.
 Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos,
 os que falam com o olhar.
 Porque amigo não se cala,
 não questiona, nem se rende.
 Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro para chorar.
 Porque amigo sofre e chora.
 Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a
realidade.
 Porque amigo é a direção.
 Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
 Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
 Ter amigos é a melhor cumplicidade.

-Amigos são unidos por amor, afinidade, cumplicidade, ternura, respeito……a relação é de igualdade, onde o objetivo é somar.

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Primavera

A Primavera iniciará às 12h44 do dia 22 de setembro de 2008

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.”(Cecilia Meireles)

– Primavera, momento de florescer, de se abrir para o sol, jardins de rara beleza que são verdadeiros presentes para os olhos.

 

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“Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possivel sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
E desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em q a gente pode criar
e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiamo e coragem
emm que todo desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

– Viva o hoje, com a alegria de quem recebe um presente de alguem muito querido….bjo

 

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