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Archive for the ‘Informação’ Category

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 Normalmente ao sair a noite, utilizo o serviço de manobristas oferecido pelo local, pois em uma cidade como SP é sempre melhor ter alguém que vá cuidar do seu automóvel e o melhor : trazê-lo na porta para voce !!!! Afinal, como normalmente saio sozinha, evito correr o risco de ser abordada por alguém ao me dirigir ao veiculo.
 
Apesar de achar necessário por me sentir mais segura, vivo fazendo vários questionamentos a respeito, um deles é sobre o alto preço que pagamos. Quando digo “alto preço” me refiro ao valor monetário e valor confiança.
 
Na 3f dia 23/12/2008, estive no bar São Bento ( Rua Mourato Coelho, 1060 – Vila Madalena ), onde me reuni com alguns amigos para uma confraternização de Natal.
 
Cheguei as 18:30hs, parei na porta do estabelecimento e entreguei meu carro para o manobrista da empresa OMB PARK contratado pelo local, recebi o ticket n.30534 e quando saisse deveria pagar R$ 14,00 pelo serviço.
 
Tive uma noite excelente na companhia de amigos queridos, trocamos conversas, cantamos e demos muitas risadas.
 
Teria sido perfeita, caso não tivesse acontecido um fato que me surpreendeu, me irritou e me fez perder mais de 3hs para resolver.
 
Sai do local as 23:45hs, entreguei meu ticket ao manobrista e paguei o valor do serviço, só que para minha surpresa, o meu carro não veio.
 
Depois de ouvir mais de 10 vezes que meu carro já estava vindo, chamei a policia a 1:17hs da madrugada. Os manobristas disseram que a chave do veiculo tinha sido levada embora por um dos funcionários, e que não sabiam onde ele morava, e porisso, eu deveria vir em casa buscar a chave reserva : só que a chave da minha casa também estava dentro do carro.
 
Pedi várias vezes para que me levassem ao estacionamento onde estava meu carro, só consegui ir ver meu carro junto com a policia. Os policiais disseram para o funcionário que foi deslocado para o local no intuito de resolver a situação, para que fossemos até o estacionamento onde estava guardado meu carro.
Para minha surpresa, meu carro não estava em um estacionamento, paguei por um serviço, onde  guardam o carro na rua. Meu carro estava em uma praça !!!
 
Os policiais anotaram a reclamação, e deram um prazo de 1/2 hora para que a situação fosse resolvida, caso contrário, eu deveria ligar novamente para 190. Decidimos que a OMB PARK iria chamar um chaveiro, ou então um guincho para transportar meu carro até minha residência, mas a empresa não conseguiu nenhum dos 2 serviços e pediu para usar o meu seguro automóvel para chamar o guincho ou o chaveiro. Já eram mais de 2hs da manhã, quando o gerente do São Bento nos informou que a chave do meu carro estava dentro do carro de um outro cliente que também utilizou o serviço,  quando chegou em casa a pessoa achou a chave dentro do carro.
 
Consegui sair do local mais de 3hs da manhã, pedi uma NF da OMB PARK e fui informada que se emitissem a NF não poderiam me devolver o valor de R$ 14,00 pago pelo serviço, preferi que emitissem a NF.
 
Estou relatando esse acontecimento com o intuito de alertar a população, porque hoje considero esse serviço uma perfeita enganação. Pagamos por um serviço que nos promete que o carro ficará em segurança dentro de um estacionamento, e o que temos é bem diferente, o carro fica na rua, sem segurança nenhuma, a chave fica perdida, os funcionários repassam de um para outro a responsabilidade, e ainda somos tratados com hipocrisia e falta de educação. Simplesmente lamentável !!!
 
abraços!!!!
Cintia

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images4Eu particularmente sou fã desse homem de vida trágica….

Transformava as tragédias cotidianas em fantasticas histórias, seu foco principal era o adultério. Adorava observar a vizinhança, sempre em busca dos casos amorosos, das relações infieis.

Iniciou sua vida de escritor, como jornalista no jornal A Critica, fundado por seu pai.

Dentre as várias tragédias em sua vida, ficou parcialmente cego e tinha tuberculose, faleceu aos 68 anos no dia 21/12/1980.

Uma de suas peças mais famosas é Vestido de Noiva (1943), uma encenação considerada psicológica, devido a sua dificil interpretação. A protagonista sofre um atropelamento, no hospital relembra a vida de uma cafetina que foi assassinada na adolescência pelo namorado.

Até hoje suas obras são consideradas escandalosas, eu não tive o prazer de conhecer detalhadamente cada uma delas, mas ainda pretendo conhecer, pois acredito que sejam verdadeiros relatos dos desejos humanos.  Ele não tinha medo de relatar o que via, por mais sórdidos que fossem esses fatos. Todas as disputas em romances eram relatadas sem o menor pudor.

Um amigo meu participou de uma peça onde encenaram a obra Senhora dos afogados,  um texto longo e complicado,  que mereceu meus aplausos.

E voce, o que acha de Nelson Rodrigues ???

beijos!!!!!

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Domingo

images3A palavra é originária do latim dies Dominicus, que significa “dia do Senhor”. Existe, nessa mesma acepção, em castelhano (Domingo), italiano (Domenica), francês (Dimanche) e em todas as línguas de origem latina.

Povos pagãos antigos reverenciavam seus deuses dedicando este dia ao astro Sol o que originou outras denominações para este dia, em inglês diz-se Sunday, e no alemão Sonntag, com o significado de “Dia do Sol”.

História

Segundo os evangelhos, Jesus Cristo ressuscitou no terceiro dia após a crucifixão, sem nenhuma referência ao domingo.

Por ser Roma uma cidade cosmopolita e sede de um vasto império, afluíram a ela povos de diversas culturas, que incluíam na bagagem cultural inúmeras crenças, as quais eram recebidas e reconhecidas pelos romanos. Entre elas, teria-se associado às crenças dos latinos, sabinos e etruscos a reverência ao primeiro dia da semana como “dia do Senhor”, mas este senhor tratava-se do Sol, reverenciado no domingo, e não do Filho de Deus cristão, Jesus Cristo, que somente veio a acontecer um tempo depois.

Em 325 d.C., pelas orientações decididas no Concílio de Nicéia, os cristãos passaram a ter suas reuniões para oração de fé no dia Prima Feria, que passou a se chamar Dies Domenica (“Dia do Senhor”), que foi aportuguesado, com o tempo, para a forma “domingo”, cuja expressão, juntamente com sábado, acabou sendo adotada por todos os países latinos em função de intensa campanha da Igreja Cristã contra o paganismo.

A expressão “dia do Senhor”, comumente relacionada aos domingo em muitas línguas, para o cristianismo foi uma associação tardia não sendo usada pelos primeiros cristãos.

Em outras línguas e países, ainda permanecem expressões oriundas de cultos pagãos e deuses mitológicos antigos, como aqueles oriundos dos babilônicos, com base no fato do domingo ser dedicado ao deus Shamash, o Sol (o senhor do culto solar) segundo as crenças daquele povo, bem como dos assírios e egípcias, que reverenciavam como deus maior o sol, o deus , conforme foi também comentado por Gerald Messadié, em História Geral do Antisemitismo. Sem contar os tantos outros povos adoradores do Sol, como as civilizações anteriores a Cristóvão Colombo das Américas.

A designação teve repercussões geográficas quase dez séculos mais tarde: Cristóvão Colombo, ao chegar pela primeira vez ao Caribe, a 3 de novembro de 1493, mais precisamente à ilha hoje compartilhada pelo Haiti e pela República Dominicana, chamou-a Dominica, por ser um dia de domingo, segundo o calendário juliano então em vigor.

-Fonte : http://pt.wikipedia.org – 22/11/08

Simbolismos a parte, o domingo ou melhor domingão, é aquele dia que reservamos para fazer um “quase nada”……normalmente escolhemos atividades e programas mais tranquilos para este dia, um almoço em familia com a boa e velha dupla “frango ~e macarrão”, um passeio no parque, um cineminha a tarde, etc.

O domingo é normalmente considerado o dia da recarga, no inicio de uma nova semana .

beijos e aproveitem o domingão !!!!!!!!

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images2No decorrer dos anos trabalhamos muito mal nossa história, afinal além de não reconhecermos nossas raizes, precisamos de um feriado para naturalizar um processo histórico.

Precisamos reconhecer e respeitar nossa cultura, valorizar nossa memória histórica.

Um pais onde o negro foi escravizado e teve sua mão de obra explorada, deve sim sofrer um processo de conscientização, de forma nacional, um mesmo pensamento. Porém, acredito que uma simples data dedicada a essa transformação, não é o suficiente. A sociedade em geral, precisa sofrer essa transformação, e nada melhor do que começar pela educação, pelas crianças.

beijos!!!!

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A morte do escritor carioca Machado de Assis completa 100 anos nesta nesta segunda-feira. Romancista, contista, poeta e teatrólogo brasileiro, ele foi considerado um dos mais importantes nomes da literatura do Brasil.

CAPÍTULO PRIMEIRO /ÓBITO DO AUTOR  

ALGUM TEMPO hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.

Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferi. à beira de minha cova: “Vós, que o conhecestes, meus senhores vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.”

Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, ; minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, um lírio do vale,–e. . . Tenham paciência! daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era cousa altamente dramática… Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.

“Morto! morto!” dizia consigo.

E a imaginação dela, como as cegonhas que um ilustre viajante viu desferirem o vôo desde o Ilisso às ribas africanas, sem embargo das ruínas e dos tempos, — a imaginação dessa senhora também voou por sobre os destroços presentes até às ribas de uma África juvenil… Deixá-la ir; lá iremos mais tarde; lá iremos quando e me restituir aos primeiros anos. Agora, quero morrer tranqüilamente metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estrídulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer. De certo ponto em diante chegou a ser deliciosa. A vida estrebuchava-me no peito, com uns ímpetos de vaga marinha, esvaía-se-me a consciência, eu descia à imobilidade física e moral, e o corpo fazia-se-me planta, e pedra e lodo, e cousa nenhuma.

Morri de uma pneumonia; mas se lhe disser que foi menos a pneumonia, do que uma idéia grandiosa e útil, a causa da minha morte, é possível que o leitor me não creia, e todavia é verdade. Vou expor-lhe sumariamente o caso. Julgue-o por si mesmo.

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